REENCARNAÇÃO

RENASCIMENTO, CONSEQUÊNCIA E  EPIGÊNESE

A Lei de Consequência age igualitariamente como efeito de uma causa, trata-se de uma antiga lei terrena e religiosa, porém, cruel e física: olho por olho, dente por dente. No plano evolutivo do Ego é a consequência de seus atos bons e ruins que se desdobram em outros atos que voltam sobre si mesmo numa outra encarnação, num outro lugar, mas numa mesma intensidade e ambiente propício para que se cumpra a Lei Maior. Intimamente ligado a outra lei a do Renascimento também chamada de reencarnação, é o testamento divino para o desenvolvimento do Ser Cósmico.

 

O verdadeiro propósito da vida não é a felicidade atual, mas a experiência pela qual nos é possível desenvolver os poderes espirituais latentes e transformá-los em faculdades, para servir melhor ao plano divino da evolução. Deus evoluciona por nosso meio. Nós somos células do corpo cósmico de Deus. Estamos espiritualizando matéria para Ele, criando um veículo no qual Ele possa funcionar. Somos tão necessários a Deus, como Deus para nós. Devemos, por conseguinte, no máximo grau, desenvolver as qualidades espirituais e os talentos latentes para que possamos colaborar neste grande projeto.

*Fraternidade Rosacruz*

A Epigênese é a qualidade de agir produzindo novas causas que não foram impostas pelo destino traçado em consequência de atos do passado. Assim usamos do nosso livre-arbítrio para criar novos futuros, melhores presentes e anular o passado. Não poderíamos viver somente de consequência de passados nem poderíamos deixar de receber com a mesma moeda o que pagamos. Assim o Altíssimo se revela como Sabedoria, que devemos alcançar para poder transpor as forças planetárias e alcançar o domínio da vida e o poder sobre ela.

É durante este momento que forças astrais conscientes, vindas de uma das portas zodiacais pelas quais o espírito passou para encarnar-se, se fixam nos centros invisíveis do corpo que se forma. Há,  no astral de cada ser humano, entes que aparecem ao espírito sob uma forma muito cruel, e que são os executores das ordens de cima. A estas influencias os Cristãos dão os nomes de anjos bons e  maus. Sejam quais forem seus nomes, elas existem e agem.

Eis a criança que nasce. Por sua primeira inspiração, abandona as influências astrais de sua mãe e fixa em seus pulmões o astral terrestre, ligando-se pela respiração à atmosfera de nosso planeta, que  está em relação direta com os raios solares.

O astral que circula no ser humano durante sua vida, põe este ser humano em relação com todas as forças astrais da natureza. O centro destes seres astrais é fisicamente no plexo cardíaco. O ponto de  contato dos princípios astrais e dos princípios espirituais é fisicamente em baixo do cerebelo, no que  os anatomistas chamam – “a base do quarto ventrículo”, exteriormente no parte da nuca. Os Egípcios, que conheciam estes mistérios, chamavam “Sa” à magnetização da nuca para agir sobre  os clichês astrais.

Da mesma forma que o homem , na terra, muda de plano quando os tempos passam, assim também no plano espiritual, o espírito adquire consciência de que as provas devem ser prosseguidas para sua evolução pessoal e a evolução de todos os outros espíritos, de que somente é um elemento. É então que lhe é pedido o grande sacrifício.

Está em plena consciência de todas as suas encarnações anteriores , sabe o que ganhou ou o que perdeu nas suas últimas existências e sabe igualmente quais são os clichês de que terá de triunfar na existência que vai realizar-se.

Há uma verdadeira agonia com todos os seus horrores, há uma luta terrível entre o espírito e seus sofrimentos futuros, análoga à agonia terrestre e à luta da matéria que não quer deixar o espírito que encarna.

Diante das provas entrevistas: um casamento infeliz, a morte dos filhos, a separação dos entes, a ruína terrestre, a prisão, a desonra, talvez a calceta de forçado, compensadas apenas por algumas bem insignificantes alegrias, o espírito se enche de angústia, sua luz se obscurece e ele exclama, comentando a palavra que ecoou através de todas as esferas visíveis e invisíveis : Meu pai ! meu Pai! por que me abandonaste ?

É então que intervêm os espíritos de proteção; Todas as luzes dos avós, todos os raios divinos do enviado celeste se concentram na luz obscurecida de angústia da vítima da fatal evolução, e os cânticos celestes a rodeiam e a reconfortam. Num momento de entusiasmo sublime, passado em revista todo o ciclo dos entes de todos os planos que com ele vão evoluir, o espírito exclama : Meu Pai, estou pronto, permiti-me somente na terra ser um soldado de nosso Senhor, que não me abandoneis e que a vossa presença me salve neste inferno terrestre onde vou me consumir. Depois os fluídos do rio do esquecimento , rio astral e não físico, rodeiam o espírito que vai descer. Esta perda de memória é indispensável para evitar o suicídio na terra.

*PAPUS*

 

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