Crença e a Busca do Eu pela Felicidade 


​Religião “per si” não muda a vida de alguém. Só que ninguém pode culpar a religião pelos seus problemas ou mazelas. Quem faz a vida de uma pessoa é ela mesma e não a religião. 

 Assim, se existe um grande problema material, entrave ou crise emocional, distúrbio psicológico, isso é descuido do indivíduo religioso. Se a religião não é capaz de fortalecer a fé de alguém mesmo depois de muito tentar, é melhor olhar pra realidade e perceber logo que a religião não está a servir de utilidade prática. 

 Insucesso com uma religião é provável. Por vezes, a pessoa não serve a uma determinada religião, ou mesmo a religião não serve a ela. Pode ser outra, ou nenhuma. Cada um deve buscar o modo de vida que mais lhe dê prazer. A felicidade deve ser buscada. Insistir na infelicidade é mutilação. 

 Se na vida, não ter fé for o motivo de prazer de alguém, e o ceticismo, o agnosticismo, ou ateísmo for melhor pra ela, que seja. Nós podemos escolher. Dessa ninguém pode se queixar: ESCOLHA. A escolha faz o destino. 

É importante que haja convicção na crença, mas nem toda convicção é certa. Uma pessoa precisa ser honesta com ela mesma se quiser encontar seu melhor modo de vida.

 A religião, filosofia, arte, são também exercícios de encontro. A prática é sempre uma busca. A fé nem sempre será convincente, mas pode ser um caminho de busca solitária, mesmo que respostas não sejam encontradas. Será preciso saber se aquilo está a fazer bem ou não, e quando digo fazer bem, significa prazer emocional, sensação de completude, entusiasmo, coragem, seja o que for. E, ainda, talvez a resposta esteja aí, nesse prazer. 

 Duvidar é essencial ao conhecimento. A gente só não pode se queixar do que fez. É preciso buscar, o homem tem direito a tentar ser feliz. Cada um com sua própria receita. 

 A felicidade é individual, ninguém é feliz pelo outro. Uma pessoa que se alegra com outro não participa da felicidade desse. Se cada um não ansiar sua própria felicidade nunca vai encontrar sua maneira particular de viver plenamente.  © 

A VEIA ARTÍSTICA DO AUTOR É SEU ESTILO

O estilo é uma arte e não um hábito. O hábito está difundido, a leitura é incentivada. O estilo é uma particularidade do escritor, que exprime um bom texto artisticamente. A arte vai além de redigir ou ser um profissional, o autor é artista quando tem estilo. Quando não tem, resta ser escritor e não artista.

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  A poesia é uma arte literária onde o seu conteúdo pode ser lírico, heroico, dramático, melodramático, trágico, cômico, ou tragicômico. É dividido em estrofes e as estrofes subdivididas em versos. Nas poesias encontram-se diversos estilos.

  A estilística é uma matéria à parte da Gramática, contudo, assimilada a ela. A Gramática estuda mais detalhadamente a estrutura da linguagem de um idioma: as letras, frases e suas construções, variações, formas-padrão da língua vigente em um país, as relações entre si, assim como seus defeitos. Esses estudos são denominados: Morfologia, Sintaxe, Morfossintaxe, Fonética, Semântica, e variantes; pontuação, concordância, regência, etc. A Estilística estuda, pormenorizadamente, o estilo, que é a forma de escrever, personalíssima. Nesse âmbito congregamos o ritmo, o modo oracional, o padrão de desenvolvimento de conteúdo, características de neolinguagem, etc.

  Cada autor tem o seu estilo. Isso não significa dizer que a forma pessoal de escrita é exatamente um estilo. Se alguém tem hábito em escrever formas oracionais inválidas pelo padrão culto da língua; se, por defeitos de linguagens, redige textos erroneamente ou com vícios, isso não é estilo. Estilo é arte. Bastasse somente a Gramática, no entanto, há que se respeitar a maneira individual-redacional com que preza cada qual com suas construções frásicas.

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Justiça e Direito

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Símbolo da Justiça, a balança representa equilíbrio e a mulher vendada a imparcialidade.

Primeiro dia de aula, o professor de ‘Introdução ao Direito’ entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

– Qual é o seu nome?

– Chamo-me Nélson, senhor.

– Saia de minha aula e não volte nunca mais! – gritou o desagradável professor.

Nélson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala.Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.

– Agora sim! – vamos começar .

– Para que servem as leis?Perguntou o professor. Read More