Caverna do Dragão- O Mestre dos Magos

(Por Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz)

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Exatamente no dia 17 de Setembro de 1983 ia ao ar o primeiro episódio de a ‘Caverna do Dragão’ nos Estados Unidos, uma das séries mais marcantes em seu estilo que percorreu o imaginário, consciente e inconsciente, de gerações. Pode parecer algo tolo dispensamos nossa atenção a uma história perdida nas memórias de infância, entretanto, é perfeitamente possível que descubramos aqui algumas importantes conexões simbólicas, arquetípicas e sincrônicas.

Já tive a oportunidade de palestrar longamente sobre estes assuntos que possuem inúmeros desdobramentos e dividem opiniões, seja como for, uma figura se destaca com refulgência significativa: o Mestre dos Magos.

Os 27 episódios divididos em 3 temporadas contam a história de 6 jovens ‘transportados’ para um mundo mágico de desafios e criaturas extraordinárias. O Mestre dos Magos surge como uma espécie de conselheiro misterioso que ajuda (ou parece ajudar) com mensagens enigmáticas; ele orienta a seguirem por caminhos que os coloca invariavelmente sob circunstâncias de perigo e luta.

Embora ”Dungeons & Dragons’ seja comum, é importante lembrar que o nome original teria sido ‘Espada de Feitiçaria’ o que foi recusado por motivos religiosos; na França o título é ‘O Sorriso do Dragão’ e sofreu, em todos os países de exibição, múltiplas críticas/protestos por expressar ideias de magia e paganismo. Read More

Carne e Vegetais no Hinduísmo

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Os ancestrais védicos dos hindus comiam, entre outras coisas, certos tipos de carne permitidos pelo seu livro de leis (Smriti). Apesar do consumo de carne ser permitido, Manu recomendava o vegetarianismo baseado na não-violência. Manu diz: “Não existe pecado em comer carne… mas a abstenção traz grandes recompensas.” Toda comida, inclusive carne, deveria primeiramente ser oferecida a Deus.

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Uma pergunta feita com freqüência é a se os ancestrais védicos dos hindus comiam carne vermelha, e existem razões válidas para acreditar que os arianos védicos comiam carne vermelha sim, embora vacas leiteiras nunca fossem mortas. Uma vaca leiteira era chamada de aghnyā, o que quer dizer, “o que não deve ser morto”. Apenas touros, bezerros e vacas estéreis eram mortos por sua carne.

No ocidente existe a ideia de que os hindus não comem carne vermelha porque consideram a vaca um animal sagrado. Essa noção não é correta. O hinduísmo, como as outras religiões teístas do mundo, acredita que Deus está presente em todos os lugares. Ela está igualmente presente em todos os seres e em todos os lugares, mas não igualmente manifestado. Deus está mais manifestado em uma encarnação divina ou em um santo, do que nos seres humanos normais, e ainda menos manifestado nos animais, nas plantas e em outras formas inferiores de vida, como nas pedras. Portanto, Deus deve também estar presente na vaca, caso contrário, isso contradiria a idéia de Sua onipresença. Sendo Ele o que há de mais sagrado, o que quer que tenha a Sua presença tem de ser sagrado, e porque não uma vaca?

Na antiga e nômade cultura indo-ariana, as vacas tinham um papel muito útil, pois o seu leite nutria os arianos. A manteiga clarificada, a principal fonte de óleo comestível para os arianos, era também usada nas lâmpadas à óleo. Os sapatos e outros bens essenciais eram feitos com o couro da vaca, e o esterco seco era usado como combustível. Assim, partindo provavelmente de um ponto de vista utilitário, os arianos desenvolveram um sentimento especial de predileção em relação as vacas. Em países ocidentais, tais sentimentos ganham voz em afirmações tal qual: “O cavalo é um animal nobre”. Mas tal afirmação não deve ser interpretada literalmente. Assim como um puro-sangue é admirado como sendo um ótimo e extremamente valioso animal, da mesma forma, os antigos indo-arianos devem ter tido um sentimento de admiração pelas vacas, e nada além disso.

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Elevação Espiritual e Disciplina

FORMAS E MÉTODOS DAS FILOSOFIAS MÍSTICAS

Disciplina não é só a matéria que se estuda em sala de aula, mas também a observância de regulamentos para a boa ordem.

Na disciplina espiritual o aspirante, buscador, aluno, neófito ou adepto busca o melhor ou mais conveniente método para si ou ainda usa-se do método da Escola que segue, p. ex., a Rosacruz. Read More